30.mar.2015

Antes de começar a ler este post, pare tudo que você estiver fazendo, busque um café, relaxe e preste bem atenção.

Por quê?

Porque este post é sobre uma ilha dentro de um lago, dentro de um vulcão, dentro de um lago, dentro de um vulcão em uma ilha. E também sobre uma ilha dentro de um lago, dentro de uma ilha, dentro de um lago em uma ilha.

joanneQEscober (CC BY 2.0)

joanneQEscober (CC BY 2.0)

Vá lá buscar o café que eu espero. (mais…)

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25.mar.2015

Minhas queridas, meus queridos, chegou a hora de fazer aquela pesquisa marota para atualizar o perfil dos leitores do blog.

Como na última vez – que já faz um tempão -, montei um questionário que você responder aqui na página mesmo (desça um pouco mais) ou acessando este link.

Ele é totalmente curto, direto e anônimo. São apenas 10 perguntas. Se você fizer a gentileza de responder, provavelmente vai levar menos de 1 minuto para isso. (mais…)

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20.mar.2015

Não é fácil ver um eclipse solar bacana. Estes bichos não acontecem todos os dias e, quando acontecem, são vistos apenas em faixas pequenas do planeta.

Jingyi Li (CC BY-NC-SA 2.0)

Jingyi Li (CC BY-NC-SA 2.0)

Muito mais possível e divertido é ir atrás deles. (mais…)

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16.mar.2015

Filmes são uma das formas mais práticas e interessantes de se pesquisar sobre um destino de viagem.

Não, eles não vêm com dicas práticas (ao menos eu nunca vi um assim), mas são perfeitos para você conhecer curiosidades, culturas, climas e tal. E não importa em qual buraco do mundo você vá se enfiar, aposto que existe ao menos uma obra cinematográfica ambientada lá ou contando alguma história local.

Detalhe do poster de Os Gritos do Silêncio

Detalhe do poster de Os Gritos do Silêncio

Entre todos os que vi antes de viajar, nenhum se compara em qualidade e impacto a Os Gritos do Silêncio, indicadíssimo por este blogueiro a qualquer pessoa que esteja mirando sua atenção para o Camboja. (mais…)

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7.mar.2015

Eu sempre digo que o roteiro pode mudar durante uma viagem e que é melhor não se apegar totalmente a ele. Mas eu nunca havia vivido a situação de mudar o roteiro (e bastante) pouquíssimos dias antes de começar uma aventura.

Então veio pilar de Katskhi, na Geórgia.

Gabriel Prehn Britto – CC BY-NC-SA 2.0

Faltando menos de uma semana para embarcar, quando tudo já estava agendado (passagens aéreas internas e carro alugado), este lugar bizarro apareceu na minha frente, em um post de um jornal inglês.

“Por mil malas perdidas! Como eu não vi isso antes?”, pensei. E depois de verificar calmamente o guia, me respondi: eu não vi antes porque o pilar de Katskhi não está no Lonely Planet.

E se não estava no Lonely Planet, eu precisava ir até lá. (mais…)

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27.fev.2015

Eu só não fui o primeiro da fila na sessão de autógrafos porque não aconteceu uma sessão de autógrafos na minha cidade. Mesmo assim, consegui um exemplar assinado, graças à ajuda de um leitor gente finíssima (obrigado de novo, Paulo!) e agora estou aqui para fazer a merecida recomendação deste livro excelente.

Os Iranianos - Samy Adghirni

Os Iranianos, escrito por Samy Adghirni, ex-correspondente da Folha de São Paulo em Teerã, é perfeito para quem tem interesse pelo Irã ou vai viajar pelo país.

E sabe o que é o melhor? Eu consegui um desconto exclusivo de 20% para você, minha leitora, meu leitor, comprando direto no site da Editora Contexto. É só digitar o código GABRIEL20% para aproveitar. (mais…)

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23.fev.2015

Depois de algumas horas na estrada, olhei para trás e vi as montanhas do Cáucaso lá longe no horizonte.

Eu havia acordado no meio delas, naquele dia, e como a viagem pela Geórgia não estava nem na metade e ainda tinha muito para ser visto no país, engoli a vontade de ficar mais tempo na região e segui em frente, me achando um desbravador forte e determinado.

Gabriel Prehn Britto – CC BY-NC-SA 2.0

Mas quando enxerguei os topos nevados naquela distância e atrás de mim, me dei conta de que realmente tinha ido embora e que não havia mais volta. Então a tristeza bateu forte.

A lindíssima Svaneti, a área do Caucaso grudada na Abecásia, tinha me conquistado de verdade. (mais…)

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9.fev.2015

Hoje eles são pouco mais de 1000, espalhados em 161 países. Se você já deu uma voltinha pelo mundo – ou mesmo pelo Brasil – certamente viu um por aí, talvez entre os 779 que são considerados culturais, entre os 197 considerados naturais ou entre os 31 considerados mistos (que envolvem cultura e natureza).

Estes números, aliás, podem mudar em breve, porque 46 deles estão em perigo, ao mesmo tempo em que 1610 novos podem entrar no clube também.

Mapa UNESCO

Eles são os Patrimônios Mundiais da Humanidade da UNESCO, aquelas atrações onipresentes nos guias de viagem e praticamente obrigatórias para qualquer turista. Uma lista com histórias e curiosidades interessantíssimas que resolvi destrinchar para mim mesmo, mas que divido aqui no blog com você, porque eu sou um cara legal. (mais…)

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1.fev.2015

Não me orgulho de dizer isso, mas eu conheço muito pouco da América do Sul. Para ser exato, só visitei 4 países do nosso continente – excluindo o Brasil.

Aliás, também conheço pouco do próprio Brasil. Só visitei míseros 8 estados nossos e o Distrito Federal, desde que me considero gente.

Gnomos: 500 anos de idade e ainda viajando | Foto: Samantha Kulpinski (CC BY-ND 2.0)

Gnomos: 500 anos de idade e ainda viajando | Foto: Samantha Kulpinski (CC BY-ND 2.0)

Um pensamento comum entre viajantes é o de que devemos conhecer melhor a nossa própria cultura e os nossos povos antes de sair por aí descobrindo o mundo. Eu gosto disso. Imagino que seja maravilhoso viajar pelo planeta com uma bagagem tão especial, podendo identificar conexões culturais, históricas, religiosas e até físicas com as suas raízes. Justamente por isso me incomodava bastante o fato de eu já ter conhecido mais países distantes do que nações sul-americanas e estados brasileiros.

Mas isso já não me incomoda tanto. Explico por quê. (mais…)

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25.jan.2015

“No Facebook você vê as pingas que eu tomo, mas não vê os tombos que eu levo.”

Na mesma semana em que um amigo me escreveu a frase acima, o pessoal do 360 Meridianos fez um baita post falando sobre o mesmo assunto, mas enfocando a vida de viajante.

Na Geórgia, não esqueça: vulcanizadora é "vulkanizacia".

Na Geórgia, não esqueça: borracharia é “vulkanizacia”.

Nas certíssimas palavras da Natália Becattini, a autora do post, “o que as fotos daquele seu amigo que está há seis meses na estrada não mostram são os momentos nada glamorosos que ele enfrentou entre um clique e outro. (…) Raramente postamos fotos da nossa cara ao final de uma viagem de ônibus de 17 horas ou de quando sua mala é extraviada e você fica três dias usando a mesma roupa.”

Inspirado na frase que abre este post e nas palavras da Natália, selecionei algumas fotos minhas para contar o que aconteceu nos bastidores delas e que eu acabei não postando em Instagrams, Facebooks e Twitters por aí.

Ou seja: os tombos que eu levei por causa daquelas pingas.

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